domingo, 25 de agosto de 2013

Outra tarefa que tivemos no decorrer do curso foi fazer um mapa conceitual e uma descrição de um capítulo do Livro Pedagogia da Autonomia do escritor Paulo Freire que eu me afeiçoei muito, segue o meu relato:

Este capítulo do livro me foi particularmente interessante de ler, porque já havia utilizado parte dele nas minhas reflexões a cerca do Seminário Integrador I.
O professor Paulo Freire nos diz nele que todo profissional de pedagogia, todo professor, aquele que ensina, enfim... deveria ter consciência de seu inacabamento, porque afinal, nos deparamos todos os dias com  novidades. Algo, sempre, muda ao nosso redor e se estivermos ensinando essa compreensão é importante porque nossa visão de mundo, seja  no macro ou no micro espaço, também muda.
Dentre outras coisas que me chamam muito atenção desse capítulo deste livro, ele diz que todas as pessoas que ensinam devem ter bom senso, isso parte tanto do educador quanto do educando, porque se em parte o professor faz uso deste bom senso por exercício, o aluno o faz por instinto. Se meu professor for aberto ao novo, souber que também tenho meus saberes prévios, terei bom senso por natureza.
E dentre todos os outros pontos que estão em itens, humildade, tolerância, luta em defesa dos direitos dos educadores e educandos, alegria, esperança, ja falam por si só, se conseguirmos absorver essas qualidades dentro de nós e a projetarmos em ações la no nosso futuro como educadores, já estaremos fazendo uma homenagem ao Professor Paulo Freire que tanto nos orienta com suas publicações.
Já me sentindo muito íntima de vocês, querida professora e colegas, comento que o Livro Cartas a Cristina de Paulo Freire é bárbaro, to lendo nas horas vagas e estou adorando.
Beijos, vamos conversando!

O mapa conceitual não vou colar aqui, mas fiz bem direitinho e postei.

Depois eu sigo postando meus entendimentos.

Beijos mil.
Então, iniciando a intenção de voltar a escrever aqui no meu BLOG, vou passar a contar a vocês as minhas aprendizagem de Fundamentos Teórico-metodológicos da Atuação Docente.
Na primeira semana a professora nos pediu que fizéssemos uma reflexão sobre nossas primeiras compreensões que teriam se desencadeado em nós com a presentação da disciplina: segue aí a minha participação no fórum:

        Não lembro muito bem como respondi no sábado de manhã quando a professora nos perguntou o que achávamos que era a disciplina de Fundamentos, mas recordo perfeitamente bem que alicercei minha resposta nos exemplos que vivemos com a experiência do Seminário I. Esta disciplina fundamentará nossa atuação em sala de aula, nos dará a sustentação do conhecimento que construiremos no decorrer de nossa formação neste curso.
         Vendo o material que a professora disponibilizou para os estudos desta semana, percebo que os saberes prévios de nossos alunos devem ser muito bem observados e que a transmissão por si só do professor ao aluno é algo ultrapassado. Atuar como docente é compartilhar experiências, é ser alegre, é ser feliz no se saber importante na formação de uma criança.
         Espero aprimorar meus conhecimentos e como disse a minha querida Renata, a disciplina de Fundamentos nos amparará na construção de um profissional competente e sabedor de sua importância.
          Beijos a todos.

Dentre outras atividades que achei bem interessantes, esta, em particular, me agradou bastante, porque esta é uma atividade que fiz pelo meu entendimento,ou seja, pelos meus saberes prévios que eu, como profissional, procurarei entender nos meus alunos.

Obrigada.

       
           OLÁ PESSOAL... TUDO BEM?
        
        Demorei um tempão pra vir postar alguma coisa porque tava meio complicado pra me adaptar as novas leituras. As disciplinas deste semestre são muito teóricas e exigem muito.... muito controle, muita disciplina e muita atenção.
        Não posso dizer que estou adorando como no início do outro semestre porque meio que me perdi e demorei alguns dias pra entrar no eixo de novo. Não, claro.... Estou bem, estou tentando levar tudo mais na boa, mais leve. Ah.... lembrei! Diz a Débora minha antiga amiga que reencontrei recentemente que chega de MIMIMIMIMI.....  kkkkkkkkkkk... É, ela nominou de mimimimi, o que a gente faz sempre que tem que fazer algo que exija mais do que o que consideramos normal, nos pomos a MIMIMIMIMI..... em vez de ir la e fazer o que precisa ser feito. Então, deixando de mimimimizar cá estou eu atualizando o meu diário de aprendizagem que a professora de Informática tinha solicitado e agora a professora de Fundamentos também pediu.
          Antes de passar ao próximo posto das primeiras aprendizagens, quero contar a vocês que estamos fazendo uma disciplina de Psicologia do Desenvolvimento e no primeiro texto que eu li da matéria tinha de novo outras palavras que achei interessantes e que quero deixar registrado aqui pra compartilhar com vocês. A primeira é ESCOPO, sim, parece o jogador do inter né, mas não é, quer dizer alvo, finalidade, intento, mira. Uma frase:
"Ao ampliar o escopo de estudo do desenvolvimento humano, para além da infância e adolescência a psicologia do desenvolvimento acaba por fazer interface também com outras áreas da psicologia."
Outra palavra: COORTE, grupo.
" .... a necessidade de estudos longitudinais de coorte,mais amplos que os estudos longitudinais tradicionais."
Mais uma, ARCABOUÇO, que segundomeu dicionário online significa delineamento inicial.
" ... observa-se também a re-emergência da Teoria Piagetiana como arcabouço teórico das pesquisas neste campo."
Outra que tem me perseguido e só agora vou procurar é DICOTOMIA: vamos ver o que significa:
Tipo de classificação cujas divisões ou subdivisões possuem dois termos, é um substantivo feminino.

Ah outra coisa que me aventurei a começar neste semestre foi um curso de inglês. Comecei, ja fiz tres aulas e vamos adiante.
Beijos, até mais.

Eu